sexta-feira, 2 de novembro de 2012

A Nossa Feira             
      Hoje, dia trinta e um de outubro fizemos uma feira, de manhã, ao pé da capela de são José que fica mesmo em frente da nossa escola.
       Na feira vendemos broas fervidas e amassadas queijadas, bolo, sonhos e doce de abóbora, com nozes e sem nozes, também vendemos marmelada. Na feira havia muita gente, os nossos pais, avós, vizinhos, primos, tias e nossos conhecidos que compraram as nossas doçuras. Alguns levaram um frasco de cada doce e um saco de broas. Outros compraram sonhos, fatias de bolo e marmelada. Mas ninguém saiu dali sem provar e comprar os nossos produtos.
     Para fazer a feira começámos na semana passada a preparar o doce de abóbora. Cortámos a abóbora em bocados e pesámos dois quilos. Juntámos o açúcar, uma pitada de sal, um pau de canela e levámos a lume brando, cerca de duas horas. Durante a cozedura mexemos o doce com frequência. No final juntámos as nozes à compota. Deixamos arrefecer e dividimos em frascos.
    No dia a seguir fizemos broas. A Olinda fez a massa com café, azeite, mel, açúcar, canela, erva doce e nozes. Nós tendemos as broas que foram cozer ao forno da pastelaria Tágide, que é do avô da nossa colega Beatriz. Algumas broas ficaram mal feitas mas o sabor estava bom.
   No final todas as turmas se reuniram e comemos tostas com doce e as saborosas broas.
   Temos que agradecer aos nossos pais por nos terem dado os ingredientes, à dona Olinda porque foi a nossa pasteleira e todas as outras auxiliares que nos ajudaram. Também à comunidade rossiense por ter participado na nossa atividade.
   A feira foi muito divertida mas do que gostámos mais foi de provar as broas e o doce.



Turma B 4º ano

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Os Nossos Poemas

 

O outono

O outono é frio como o rio
O outono é alegre como a lebre
O outono é brincalhão como o cão
O outono é vaidoso como o charmoso.

Beatriz Fernades /4º ano

 

 

A família

A família junta amor,

escuta os pássaros a cantar.

Ouve os rios a correr,

ouve as ondas do mar.


A família tem uma casa

essa casa é só minha,

quando olho para os meus pais

vejo uma pequena estrelinha.



É uma casa sem portas nem janelas,

sem teto nem nada

para ter espaço para o amor

que por ali se espalha...



A família gosta de acordar cedo.

Festejar o que tem na cabeça,

gosta de comunicar,

gosta de me amar...


Eu não gosto de usar óculos,

mas a família diz:

que me dá um ar inteligente,

deve ser verdade,

porque eles nunca mentem.

Débora /4º ano

terça-feira, 22 de maio de 2012

Um Dia Com o Escritor

O Meu Dia Com Pedro Seromenho

 
O meu dia com Pedro Seromenho foi na biblioteca da Ele falou de várias histórias suas, com por exemplo "A Nascente de Tinta" essa historia tinha uma missão.
O Gonçalo que é a personagem principal ia concretizar essa missão e salvar o mundo das cores, ele foi obrigado atravessar um longo mar .
Depois de algum tempo chegou à ilha onde era a nascente do rio de tinta.
O Gonçalo reparou no que estava mal e conseguiu reparar, concluíndo assim a sua missão.
Gostei muito deste dia.

Miguel Filipe
22/05/2012


Porque os Animais Não Conduzem

Era uma vez um menino que queria saber porque é que os animais não conduzem, pensou nas suas características.  Então a chita não conduz porque anda em excesso de velocidade, o touro não conduz porque adormece com o sinal vermelho, a zebra não conduz porque é igual a uma passadeira, a formiga não conduz porque anda pela berma da estrada e o peru não conduz porque ficou embriagado.
(Reconto da História, Porque É Que os Animais Não Conduzem?)

Ana Sofia Claro Pássaro

3º turma B
17/5/12
A Margarida e o João

 
O João gostava muito da Margarida, mas como não podiam falar porque viviam num reino onde era preciso comprar as palavra, que eram muito caras, tinham de andar calados.
Um dia começaram a chover palavras, o João foi buscar a rede de apanhar borboletas e apanhou todas as que pôde. Mas, só conseguiu apanhar três que eram: cereja, cadeira e poeira, ficou triste! Mas não deixou de ter coragem para ir junto da sua amiga, quando chegou perto da Margarida viu o Óscar, não gostava dele não só por ser rico, mas também porque estava sempre a falar com ela.
Continuou com coragem e sussurrou-lhe ao ouvido, baixinho e carinhosamente aquelas três palavras: cereja, cadeira e poeira. Ela ficou contente e deu-lhe um beijo.
Ele tinha mais uma palavra guardada para um momento especial e esse momento tinha chegado e disse-a:
 - Repete!

Débora
3º ano turma B
15/05/2012










Dia da Mãe


Guilherme
7/05/12




                                     


                                      

A Nossa Prenda para a mãe